segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Era uma vez, uma e outra vez...





Todos nós em pequenos, e depois através dos filhos, sobrinhos e primos, vivemos a experiência de querer ouvir aquela história de que tanto gostávamos, vezes e vezes sem fim. Eu tinha (e ainda tenho) um livro, O Bosque  Mágico, de Maurice Genevoix, que pedia à minha mãe para me ler vezes sem conta, principalmente quando estava doente. E não me fartava...
Já com o meu sobrinho [e primo da menina da mamã], vi e revi os mesmos episódios da Rua do Zoo, a perder de vista.

Em conversa com uma amiga (médica), ouvi a explicação mais simples para esta vontade de ouvir e ver histórias, repetidamente: não se trata apenas de uma questão de preferência, mas mais do que a escolha, é um sentido de segurança e conforto que o que é conhecido transmite à criança. Passo a passo, já sabe o que vem a seguir, o que vai acontecer à personagem e que os problemas são ultrapassados, de uma forma geral.

E o mesmo vai inevitavelmente acontecer com a menina da mamã.

Chego, também, à conclusão que continuo a ter o espírito de criança bem vivo em mim, pois continuo a ver e rever filmes que adoro e a ler e reler livros dos quais gosto imenso, sem me cansar.





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