sábado, 9 de novembro de 2013

A família que eu escolhi



Muitas vezes, ouvimos dizer "os meus amigos são a família que eu escolhi". Os amigos surgem normalmente de felizes acasos, em que a confiança, o apoio e o riso brotam espontaneamente e às vezes da forma mais improvável, nem sempre se tornando, contudo em "família". 

De facto, não escolhi a minha família de sangue, nasci no seu seio e não podia ser mais feliz e apoiada! 
A família que formei é o fruto de uma escolha de amor. 

Já sendo mamã, continuo a ser filha e a poder aninhar-me no abraço apertado da minha mãe e do meu pai. Sou irmã e tenho uma mana mais velha, com mais experiência e com um ombro sempre pronto para me acolher. Sou mulher e tenho o melhor marido do mundo, cuja mão segura sempre na minha. Sou nora e sou acolhida de braços abertos. Podia continuar por aqui em diante, passando por toda a família... 

Sou mamã, e não há nada que possa superar o ter a minha filha nos meus braços, com as suas festinhas e o seu sorriso! 

A vida passa demasiado rápido, as crianças crescem demasiado depressa e envelhecemos na mesma medida. 

Por isso, nunca é demais dizer à minha família o quanto é importante para mim e o quanto os amo, demonstrando-o todos os dias, mesmo quando as coisas não são fáceis. 


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