sábado, 7 de dezembro de 2013

A mais louca corrida do mundo



Conduzir está longe de ser uma actividade que me deixe entusiasmada. Bem pelo contrário, é algo que me deixa cheia de stress e procuro apenas fazê-lo quando não tenho alternativa. Ora isso acontece em todos os dias de trabalho, pois tenho de percorrer cerca de 45 km, entre idas e vindas. Com a menina da mamã e agora com o tempo frio, para além do percurso habitual, há mais condução dentro da cidade, para chegar às casas dos avós. 

Naturalmente, estou atenta a todas movimentações quando ando a circular, pois antever uma reacção a conduzir, é meio caminho andado para deslocações em segurança. É aqui que reparo numa grande falta de cuidado generalizada: manobras perigosas e não sinalizadas em locais com pouca visibilidade, excesso de velocidade, entre outras. Depois disto, há o salve-se quem puder, onde não há cedência de passagem, por exemplo, numa mudança de faixa e quando isso pode até aligeirar o trânsito, ou pelo contrário quando existe, nem um sinal de cortesia em resposta.
Quando chega a altura do Natal, a loucura do dia a dia acentua-se, tal como o tráfego e rapidamente se chega ao caos!

Não pretendo com estas palavras, definir um manual de boas maneiras na condução, mas um pouco de gentileza nunca fez mal a ninguém e todos ficamos mais bem dispostos!




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